Meu mundo continua estranho, mas sinto que começo uma nova etapa.

Descansa o dragão

Nas águas profundas,

Sob o rugir da cachoeira

Guardando os tesouros de sua honra. 

Em seu despertar

Seu espírito se eleva até as estrelas

Como o jorro de um vulcão que atinge os céus

E seu sopro dispersa todas as incertezas.

Com leveza e graça

Ele dança pelo céu,

Regendo o ritmo do tempo,

Regendo o ritmo da vida.

Sua força é tão inabalável

Como a de uma grande montanha

E sua justiça é tão cortante

Quanto a prata lâmina de uma espada.

A bondade reflete em seus olhos

Como a lua em um calmo lago.

E sua generosidade emana de seu coração

Como os suaves aromas de uma flor.

Sentado no pico da montanha

Ele contempla a humanidade.

Entre a Terra e o Céu

Flui a Harmonia.

(Lacerda, F., A Senda do Dragão)

O olhar se reflete na lâmina.
O meu ou o do meu oponente?
Agora já não importa…
O tempo já não existe,
O espaço já não existe,
Tudo que existe é o momento.
… um movimento!
O luar brilha no fio,
O vento sopra as folhas,
Que caem valsando a morte.
Ele não viu o vulto da cordial morte,
Que lhe tocou a alma
Levando-o da vida.
Como um raio que parte a árvore ao meio,
A espada desceu triunfante
Em um corte lento e profundo
E o último jorro de sangue
Lavou minha alma.
 
Forjada para servir o bem
Ela encontrou em seu caminho
Meu negro coração
E em minha solidão
Eu a amaldiçoei…
Desejando o sangue para beber
Ela fez sua arte
E todos aqueles que sucumbiram
Retornarão para o encontro final.
Contudo em sua natureza
O metal conhece sua essência,
E como todos, a mão que a manipulava
Sucumbiu ao seu poder.
E eu encontrei meu destino
Dividido pelo seu fio de prata.
… às vezes…
Quando a lâmina liberta seu espírito
É necessário se ajoelhar.

(Lacerda, F., 空)

O olhar se reflete na lâmina.

O meu ou o do meu oponente?

Agora já não importa…

O tempo já não existe,

O espaço já não existe,

Tudo que existe é o momento.

… um movimento!

O luar brilha no fio,

O vento sopra as folhas,

Que caem valsando a morte.

Ele não viu o vulto da cordial morte,

Que lhe tocou a alma

Levando-o da vida.

Como um raio que parte a árvore ao meio,

A espada desceu triunfante

Em um corte lento e profundo

E o último jorro de sangue

Lavou minha alma.

 

Forjada para servir o bem

Ela encontrou em seu caminho

Meu negro coração

E em minha solidão

Eu a amaldiçoei…

Desejando o sangue para beber

Ela fez sua arte

E todos aqueles que sucumbiram

Retornarão para o encontro final.

Contudo em sua natureza

O metal conhece sua essência,

E como todos, a mão que a manipulava

Sucumbiu ao seu poder.

E eu encontrei meu destino

Dividido pelo seu fio de prata.

… às vezes…

Quando a lâmina liberta seu espírito

É necessário se ajoelhar.

(Lacerda, F., )


Morihei Ueshiba

Morihei Ueshiba

dinodi:

“Once we accept our limits, we go beyond them.”  ― Albert Einstein

dinodi:

“Once we accept our limits, we go beyond them.” 
― Albert Einstein

o que te faz feliz?
Asked by Anonymous

Nada em específico. Pode ser o vento soprando, por vezes o sol ou a chuva. Ver as pessoas que gosto sorrindo, ou estar me divertindo. Ver a vida sendo vivida também. =]

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Well this is a bit embarrassing

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Ryuu no Mine F. Lacerda, 23, O+, Pisces, BS Physics-Education, Brasil.

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